O antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho aconselhou o atual Governo a focar-se na sua missão, afastando-se de polémicas e distrações. Em declarações recentes, o ex-líder do PSD afirmou que não é candidato a “coisíssima nenhuma”, mas garantiu que continuará a intervir no debate público sempre que considerar oportuno, mantendo a sua postura de dizer “o que penso”.

A intervenção surge num contexto político marcado por tensões e críticas mútuas, com Passos Coelho a defender uma maior concentração dos governantes nas suas responsabilidades principais. A sua posição reflete uma visão de que a estabilidade e a eficácia governativa dependem de um foco claro nos objetivos essenciais, evitando dispersões que possam comprometer a ação política.

Esta não é a primeira vez que Passos Coelho se pronuncia sobre a atuação do executivo, mantendo-se como uma voz ativa e crítica no panorama político nacional, mesmo fora de cargos oficiais.