A Agência Internacional de Energia (IEA) aprovou hoje uma injeção recorde de reservas de petróleo nos mercados para tentar conter os preços.

Um total de 400 milhões de barris serão injetados no mercado no mesmo dia em que o Irão ameaça com petróleo a 200 dólares por barril.

A IEA co-coordena as reservas de emergência dos países da OCDE, que contam com mais de 1,2 mil milhões de barris em reservas de emergência, com os EUA a deter a maior fatia.

Além disto, existem mais de 600 milhões de barris detidos por estes países.

O comando militar iraniano avisou hoje que o mundo deve estar preparado para petróleo a 200 dólares por barril, no mesmo dia em que três navios foram atacados por cruzarem o Golfo Pérsico.

O Irão retaliou hoje e lançou ataques a Israel e a muitos alvos no Médio Oriente.

O barril de petróleo está hoje a subir 6% para 93 dólares.

Ao 12º dia de guerra, os EUA e Israel voltaram a bombardear o Irão.

Mas a Guarda Revolucionária do Irão voltou a avisar que está preparada para bloquear petroleiros no vital estreito de Ormuz, por onde passava 20% do petróleo e do gás consumidos em todo o mundo.

Os EUA anunciaram que eliminaram 16 navios iranianos que colocam minas no estreito.

No Irão, mais de 1.300 civis foram mortos pelos bombardeamentos dos EUA e de Israel, segundo o embaixador do país nas Nações Unidas, Amir Saied Iravani, com quase 8 mil casas destruídas, dezenas de infraestruturas médicas, de educação e energéticas, e 1.600 centros de serviço e de comércio, segundo a “Reuters”.

Em Israel, os ataques mataram 11 pessoas, com 7 soldados dos EUA mortos e 140 feridos.