O líder do Chega, André Ventura, acusou o Governo de utilizar a proposta de reforma laboral como uma “manobra de distração” para desviar a atenção dos problemas económicos decorrentes do conflito no Médio Oriente. Ventura apelou ao executivo para que tome “decisões rápidas” para conter os efeitos da instabilidade internacional na economia portuguesa.
As declarações foram feitas no contexto da discussão pública sobre as alterações ao Código do Trabalho, que o partido considera uma cortina de fumo para questões mais prementes. O Chega defende que a prioridade deveria ser a mitigação do impacto da inflação e da crise energética nas famílias e nas empresas.