O Partido Socialista (PS) votou contra o relatório da Transparência Internacional que censurava a deputada Eva Cruzeiro, numa correção de posição. Apesar da oposição socialista, a maioria parlamentar formada por PSD e Chega foi suficiente para aprovar o documento.
O voto do PS contra o relatório representa uma mudança na sua posição inicial, alinhando-se com a defesa da deputada visada. A aprovação do relatório, que contém críticas à conduta da deputada Eva Cruzeiro, foi assegurada pelos votos favoráveis do Partido Social Democrata (PSD) e do Chega.
Este episódio revela as dinâmicas e tensões no parlamento em torno de questões de transparência e conduta parlamentar, com os partidos a posicionarem-se de forma distinta perante um relatório externo de avaliação.