A Suplendi, fundada em 2025, prepara-se para dar passos estratégicos decisivos: a entrada na rede de farmácias portuguesas e expansão para o mercado espanhol, num setor em crescimento e marcado por forte concorrência. A empresa com sede na Póvoa de Varzim foi cofundada por Tiago Ferreira, Carlos Oliveira e Nicola Bandeira, combinando experiência científica e gestão estratégica. Tiago Ferreira, CEO e cientista com formação em microbiologia e Ciências Biomédicas, lidera a empresa com o objetivo de criar suplementos “eficazes, seguros e transparentes, aplicando o mesmo rigor científico usado em laboratórios à suplementação do dia a dia”.
“O mercado está saturado de produtos que prometem muito e entregam pouco. A nossa aposta é desenvolver fórmulas com base científica, doses eficazes e controlo de qualidade farmacêutico, produzidas em Portugal, posicionando a Suplendi como referência de confiança”, explica Tiago Ferreira, citado em comunicado.
O primeiro suplemento da marca, Hang Out, demorou dois anos a ser preparado em laboratório, mas já está a ter um parecer positivo do mercado. No espaço de sete meses já foram vendidas mais de dois mil unidades. “Este suplemento destina-se a eliminar as toxinas do organismo, reduzir os efeitos de excessos alimentares e promover equilíbrio metabólico e bem-estar no dia a dia”. Produzido com ingredientes criteriosamente selecionados, doses clinicamente relevantes e controlo de qualidade farmacêutico (GMP), totalmente fabricado em Portugal, “o Hang Out é um exemplo do compromisso da Suplendi com eficácia real, transparência e produção nacional”, sublinha o cientista.
A empresa prevê lançar um segundo suplemento em breve, expandindo a oferta para responder a diferentes necessidades do consumidor informado.
Para 2026, a empresa tem como objetivo atingir 250 mil euros, impulsionada pelo lançamento de novos produtos, pela inovação contínua e pelo reforço da presença da marca nos canais de farmácias e no mercado espanhol.
O mercado português de suplementos alimentares movimenta cerca de 500 milhões por ano, com crescimento médio anual de 5% a 7%, segundo dados da Nielsen e Marktest, mostrando potencial para marcas científicas, premium e produzidas localmente.
A marca planeia consolidar a presença em Portugal através de distribuidores físicos e online e, paralelamente, iniciar a expansão para Espanha, um mercado europeu em crescimento e regulamentado, oferecendo oportunidades para crescimento sustentável e escalável.
“Queremos crescer de forma consistente, focados na ciência, na qualidade e na produção nacional, não em atalhos ou modismos. A nossa prioridade é gerar valor real para os consumidores e para o mercado”, conclui Tiago Ferreira.