A Aon Portugal apresentou uma solução direcionada para obras de reconstrução motivadas por eventos climáticos. Isto num contexto de crescente frequência e intensidade de eventos climáticos extremos, a fase de reconstrução de imóveis danificados tornou-se um momento crítico de risco.

A companhia de gestão de riscos, corretagem de seguros e resseguros, lembra que para além dos prejuízos decorrentes de danos, a execução de obras de reconstrução pode dar origem a novos danos materiais, atrasos e custos adicionais para os donos de obra e restantes intervenientes. Para dar resposta a este desafio, a Aon Portugal desenhou uma solução especialmente direcionada às obras de reconstrução associadas a eventos climáticos extremos – um seguro de Todos os Riscos de Construção e/ou Montagem que garante essencialmente obras de reconstrução decorrentes de danos causados pelas recentes tempestades que assolaram o país. Trata-se de uma solução ajustada a diferentes tipologias de imóveis, assim como aos diferentes intervenientes ligados à execução dos trabalhos de obra.

O protocolo cobre danos materiais na obra, incluindo incêndio, fenómenos da natureza, danos por água, colapso estrutural, defeitos de material ou furto. Inclui também responsabilidade civil por danos a terceiros durante a execução dos trabalhos.

Alexandre Tesoni, Chief Broking Officer da Aon Portugal, afirma que o objetivo é responder a uma necessidade do mercado, tratando a reconstrução como um ciclo de risco.

As condições estabelecidas aplicam-se a empreitadas até 5 milhões de euros. Na responsabilidade civil, o limite de indemnização fixa-se em 50% do valor da obra, com um teto de 1 milhão de euros. A cobertura abrange o período de construção até 24 meses, a fase de testes e o período de manutenção após a conclusão.