O Presidente da República, António José Seguro, defendeu publicamente a Constituição e o seu alcance, afirmando que a frustração dos portugueses não está dirigida ao texto constitucional em si, mas sim ao seu incumprimento. Esta declaração surge num contexto de debate político sobre a aplicação da lei fundamental do país.
Segundo Seguro, a Constituição Portuguesa estabelece um quadro de direitos, garantias e deveres que, se plenamente respeitado e implementado, serviria adequadamente os cidadãos. A crítica central apontada foi a de que são as falhas na concretização dos princípios constitucionais que geram descontentamento na população, e não uma suposta inadequação da Carta Magna.
A afirmação foi feita durante uma intervenção pública, realçando a importância de se cumprirem os preceitos constitucionais como forma de fortalecer a democracia e a confiança dos cidadãos nas instituições.