O ministro da Presidência, Leitão Amaro, assegurou que o executivo não fecha a porta à negociação com a UGT, após a central sindical ter recusado, esta quinta-feira, a reforma à lei laboral proposta pelo Governo.

Em paralelo, o Conselho de Ministros aprovou novas medidas de “combate à burocracia”, com o objetivo declarado de evitar tempos de espera considerados “inaceitáveis” em processos administrativos que afetam cidadãos e empresas.

A posição do Governo surge num contexto de tensão social, com a UGT a manifestar fortes reservas em relação às alterações legislativas em discussão no setor laboral. A abertura para o diálogo é apresentada como um sinal de disponibilidade para encontrar soluções consensuais, embora sem recuar nos princípios da reforma.