A estratégia geopolítica de Portugal deve passar por “alianças improváveis”, defendeu o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, apontando o Indo-Pacífico como uma meta diplomática prioritária a curto prazo. O governante esteve, esta sexta-feira, no Porto para participar numa conferência sobre “Geopolítica, Defesa, Estratégia: Desafios e Oportunidades para Portugal”.
Na sua intervenção, Rangel sublinhou a necessidade de Portugal diversificar e alargar a sua rede de parcerias internacionais, indo além dos aliados tradicionais, para fazer face a um contexto global complexo e em rápida mutação. A região do Indo-Pacífico foi identificada como uma área de interesse estratégico crescente, onde o país deve aprofundar a sua presença e relações.