O movimento cívico “Somos TVDE” alerta que o setor do transporte TVDE está em “modo de sobrevivência” e que a possível entrada de tuk-tuks e táxis neste regime vai ameaçar 40 mil profissionais.
Em comunicado, esta plataforma solicita que essa expansão seja travada no debate parlamentar sendo que o projeto de lei 396/XVII/1ª está em discussão na Comissão de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação da Assembleia da República, não tem data prevista para votação na especialidade.
Este movimento cívico denuncia a existência de rendimentos médios entre 550 e 650 euros mensais, valores abaixo do salário mínimo e sem direitos como férias ou subsídio de Natal.
A “Somos TVDE” denuncia aquilo que designa como “precarização planeada”, exigindo a fixação de valores mínimos de referência, nomeadamente 0,80 euro/km e 18 euros/hora (0,30 euro/minuto), defendendo que valores inferiores obrigam os motoristas a pagar para trabalhar.