O ex-ministro da Saúde, Manuel Pizarro, afirmou que é impossível a Força Aérea Portuguesa assegurar o serviço de emergência médica de forma sustentável. Segundo Pizarro, para ter um helicóptero disponível 24 horas por dia para a emergência médica, se os pilotos trabalharem 40 horas por semana, são precisos “nove a 10 pilotos em cada” aeronave.

Esta declaração surge no contexto do debate sobre a prestação do Serviço de Emergência Médica (SEM) em Portugal e os recursos necessários para a sua operacionalização contínua. A afirmação sublinha os desafios logísticos e humanos inerentes à manutenção de um serviço aéreo de emergência de alta disponibilidade.