O anúncio do adiamento da eleição para o Conselho de Opinião da RTP, feito no Parlamento, gerou contestação por parte do PSD e do Chega. A votação foi inviabilizada devido à falta de um parecer sobre eventuais incompatibilidades dos candidatos, um requisito processual necessário para a realização do escrutínio.
A situação levanta questões sobre a transparência e a celeridade do processo de nomeação para um órgão de fiscalização importante no seio da radiotelevisão pública portuguesa. Os partidos contestatários criticam o atraso, sublinhando a necessidade de garantir a independência e o regular funcionamento dos órgãos da RTP.