O líder do CDS, Nuno Melo, foi reeleito com 90% dos votos no congresso do partido em Alcobaça e, no discurso de encerramento, deixou avisos claros: o CDS não é uma “tendência” passageira e não pretende que partidos populistas tenham “acesso à área de governação”.

Nuno Melo anunciou que o partido vai apresentar um projeto próprio de revisão constitucional “quando a questão se colocar”, reforçando a identidade e autonomia do CDS no espectro político português.

O líder centrista reafirmou o compromisso com a democracia representativa e com valores europeístas, numa altura em que o populismo ganha terreno em vários países. A mensagem foi dirigida não só aos militantes, mas também ao panorama político nacional, sinalizando que o CDS pretende ser uma alternativa sólida e de princípios.