O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, criticou duramente o partido Chega, acusando-o de “dançar conforme a música” e de ter uma orientação política “desde sempre” alinhada com a pressão popular, em vez de princípios ideológicos consistentes. A declaração foi feita durante uma reunião do sindicato, onde Tiago Oliveira exigiu ao primeiro-ministro, António Costa (na altura do facto) ou ao Presidente da República (dependendo do contexto constitucional), que vete a reforma laboral em curso. A CGTP considera que a proposta legislativa precariza os direitos dos trabalhadores e favorece a flexibilidade em detrimento da estabilidade no emprego. O sindicato alertou que a reforma representa um retrocesso nas conquistas sociais e apelou à mobilização dos trabalhadores contra a sua aprovação.