A Caixa Geral de Depósitos (CGD) voltou a ser distinguida como o banco número um em Portugal no ranking “Top 1000 World Banks 2026”, da revista britânica The Banker, do grupo Financial Times, tendo subido dois lugares na classificação mundial para a 183.ª posição.

De acordo com um comunicado divulgado pela instituição, a CGD é o único banco português a integrar o ‘top 200’ da classificação internacional.

Além da posição alcançada no ranking, a The Banker atribuiu, pela primeira vez, várias distinções à instituição financeira portuguesa, nomeadamente as de banco com melhor desempenho em Portugal, líder nacional em rendibilidade, eficiência operacional, rendibilidade ajustada ao risco, solidez, alavancagem e classificação baseada no capital Tier 1.

Segundo a CGD, este reconhecimento reflete a robustez financeira do banco, que registou um resultado líquido consolidado de 397 milhões de euros no primeiro trimestre deste ano. No final de março, os capitais próprios do grupo ascendiam a 12,2 mil milhões de euros.

A instituição destaca ainda que mantém rácios de solvabilidade entre os mais elevados da banca europeia, com os rácios CET1 e de Capital Total fixados em 21,2%, já após a dedução do dividendo de 1.250 milhões de euros referente ao exercício de 2025, o maior alguma vez distribuído pela banca portuguesa.

No plano comercial, a CGD refere que o volume de negócios em Portugal aumentou cerca de três mil milhões de euros no primeiro trimestre de 2026, impulsionado pelo crescimento da carteira de crédito e dos recursos de clientes. A produção de novo crédito ao investimento atingiu 2,2 mil milhões de euros e a de crédito à habitação ultrapassou 1,6 mil milhões de euros, mais 41% do que no período homólogo.

A Caixa acrescenta que mantém a liderança no mercado bancário português, com quotas de 22,9% nos depósitos totais e de 18,3% no crédito, salientando ainda a liderança na banca digital, com mais de 2,5 milhões de clientes digitais ativos.