A margem de refinação da Galp disparou 175% no segundo trimestre face ao período homólogo, refletindo a valorização registada nos mercados internacionais durante a guerra EUA/Israel-Irão. Face ao trimestre anterior subiu 14%.
Este crescimento significativo foi impulsionado pelo aumento dos preços do petróleo e derivados, num contexto geopolítico tenso que elevou os prémios de risco. A refinaria de Sines, a principal unidade da Galp em Portugal, beneficiou diretamente desta conjuntura, operando a taxas elevadas de utilização.
Os resultados reforçam a posição da Galp no setor energético europeu, embora a volatilidade dos mercados e a transição energética representem desafios de médio prazo.