A Bolsa de Lisboa segue a meio da sessão com uma valorização de 0,91% para os 9.259,48 pontos. Os principais índices europeus seguem a mesma tendência. O petróleo está a valorizar mesmo com o acordo entre Irão e Omã sobre o Estreito de Ormuz, local por onde passa cerca de 20% do petróleo e gás natural, que permite ter uma rota segura.
As maiores subidas na bolsa portuguesa vão para os CTT que valorizam 1,83% para os 6,39 euros, seguida pela Semapa que sobe 1,73% para os 20,55 euros, e a REN avança 1,72% para os 3,55 euros.
No verde está ainda o Banco Comercial Português (BCP), a EDP, a Navigator, a EDP Renováveis, a Corticeira Amorim, a Jerónimo Martins, a NOS, a Altri, a Ibersol, a Galp, e a Mota-Engil.
A negociar no vermelho está a Sonae que cai 0,24% para os 2,08 euros seguida pela Teixeira Duarte que desvaloriza 0,20% para os 0,49 euros.
Europa está no verde
As principais bolsas europeias estão no verde. O DAX (Alemanha) sobe 0,22% para os 26.196,56 pontos, o CAC 40 (França) avança 0,71% para os 8.730,80 pontos, e o FTSE 100 (Reino Unido) valoriza 0,31% para os 10.921,60 pontos.
O AEX (Países Baixos) sobe 0,04% para os 1.111,75 pontos, o IBEX 35 (Espanha) avança 1,09% para os 20.275,33 pontos, e o FTSE MIB (Itália) valoriza 0,91% para os 53.935,00 pontos.
O petróleo está a ser negociado em alta com o brent a subir 0,97% para os 80,22 dólares e o crude avança 0,66% para os 75,72 dólares. A matéria-prima está em alta mesmo com o acordo alcançado entre o Irão e Omã sobre o Estreito de Ormuz que assegura uma rota segura.
As duas partes adiantaram que os Estados Unidos não estiveram sentados à mesa das negociações e a imprensa iraniana adianta que a reabertura do Estreito dependeria do fim do bloqueio naval norte-americano aos portos do país. Segundo as mesmas fontes, o acordo contempla a insistência de Teerão em cobrar taxas de passagem, alegando o controlo soberano da via, em oposição direta aos Estados Unidos e aos países do Golfo, que insistem que a navegação deve permanecer livre, conforme estipulado pela Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, que só deixou de estar em vigor depois do início do ataque israelo-norte americano a 28 de fevereiro passado.