As duas últimas eleições legislativas mostraram que o eleitorado deslizou para a direita e para uma simpatia liberal, que é precisamente o campo de eleição de Passos Coelho e isso torna o momento muito apetecível para o ex-primeiro ministro.

Pode ser uma questão de tempo até Passos Coelho perceber que pode tomar conta da ocorrência e que, pelo menos, um certo PSD lhe dá conforto, porque pelo menos um apoio de peso já tem: o de André Ventura e, provavelmente, de uma parte significativa do eleitorado que vota no Chega.