Paulo Rangel admitiu a eventual adoção de um “mecanismo anticoerção”, invocado por Emmanuel Macron, “tem uma eficácia externa”.

Esta posição surge no contexto da anexação da Gronelândia e das tarifas comerciais impostas pela administração Trump, às quais a União Europeia procura uma resposta concertada. Portugal alinha-se assim com a proposta francesa de um mecanismo de defesa contra medidas coercivas de terceiros países.