O líder do PS está de visita à Venezuela para vários contactos com as autoridades e diz, em entrevista à Renascença, que espera uma transição política naquele país “sem grandes ruturas”. Carneiro faz, entretanto, pressão para que, pelo menos, quatro lusodescendentes sejam libertados.
Em declarações à Renascença, o secretário-geral do Partido Socialista, Pedro Carneiro, abordou o processo de escolha dos novos juízes do Tribunal Constitucional. Carneiro afirmou que “há uma avaliação que a AD e Luís Montenegro têm de fazer” sobre este assunto, colocando a responsabilidade da decisão na coligação governante e no seu líder.
A declaração surge num contexto de debate político sobre a renovação dos órgãos de soberania e a importância de garantir a independência e a credibilidade do Tribunal Constitucional. A escolha dos juízes constituicionais é um processo que envolve vários atores políticos e que tem implicações profundas no sistema judicial português.
Paralelamente, durante a sua visita à Venezuela, Carneiro manifestou o desejo de ver uma transição política “sem grandes ruturas” no país, demonstrando preocupação com a estabilidade da região. O líder socialista aproveitou ainda a ocasião para apelar à libertação de, pelo menos, quatro cidadãos lusodescendentes que se encontram detidos, sublinhando o compromisso do PS com a proteção dos direitos dos portugueses no estrangeiro.