O partido Chega acusou o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, de “falta de coragem política” e exigiu o afastamento do secretário-geral do município, numa reação ao caso que envolve suspeitas de criminalidade económico-financeira grave.

Num comunicado divulgado esta quarta-feira, o Chega considera que, face às suspeitas, “Carlos Moedas limita-se a uma reação mínima, fraca e politicamente confortável”.

O partido liderado por André Ventura exige “medidas concretas e imediatas”, começando pelo afastamento do secretário-geral da autarquia, figura central nas investigações.

Esta posição surge no seguimento de notícias que dão conta de uma investigação judicial relacionada com alegados crimes financeiros na Câmara de Lisboa, envolvendo o secretário-geral da autarquia.

O Chega argumenta que a postura de Moedas é “insuficiente” e demonstra “falta de firmeza política” para lidar com situações que, segundo o partido, “mancham a imagem da instituição e dos lisboetas”.

Até ao momento, Carlos Moedas ainda não se pronunciou publicamente sobre as exigências do Chega.