O grupo municipal do Chega na Assembleia Municipal de Lisboa distanciou-se publicamente do vereador Bruno Mascarenhas, membro do mesmo partido no executivo camarário. A rutura ficou patente através de declarações do presidente do grupo municipal, Luís Pereira Nunes.
Pereira Nunes garantiu que o grupo municipal não foi consultado sobre as recentes nomeações de Bruno Mascarenhas para cargos em empresas municipais. Esta tomada de posição surge no seguimento de críticas públicas feitas pelo partido Livre a um caso específico que envolve uma militante do partido.
O episódio revela tensões internas no seio do Chega em Lisboa, colocando em evidência um desalinhamento entre a ação do vereador no executivo liderado por Carlos Moedas (PSD) e a posição dos representantes do partido no órgão deliberativo municipal.