O partido Chega anunciou que está contra a atual lei laboral, mas manifestou disponibilidade para negociar uma revisão, desde que sejam cumpridas cinco condições específicas. O líder do partido, André Ventura, afirmou que “está aberto e disponível para uma negociação”, sublinhando a oposição do partido à legislação “tal como ela está”.
As condições apresentadas pelo Chega visam alterar pontos fundamentais da lei, embora os detalhes específicos das cinco exigências não tenham sido totalmente divulgados na declaração inicial. A posição do partido surge num contexto de debate político sobre a reforma laboral, colocando-o como um ator potencialmente decisivo para a viabilização de qualquer alteração legislativa, dependendo da abertura do governo e de outros partidos às suas propostas.