O presidente do Chega, André Ventura, impôs, esta quinta-feira, cinco condições para o Chega aprovar a legislação laboral no Parlamento, exigindo a proteção das mães trabalhadoras e a revisão do regime de despedimentos.
No Parlamento, Ventura referiu que “falhada esta negociação de concertação social, o Chega volta a assumir a mesma posição que tinha tido desde o ínicio que é muito clara”.
“A legislação laboral pode ser aprovada no Parlamento, em cinco condições fundamentais: na condição de não prejudicar as mães trabalhadoras, na condição de não ser um convite e um incentivo a despedimentos de forma descricionária. E se o Governo estiver aberto a isso à revisão do regime de despedimentos que ele próprio imaginou e que estão errados”, sublinhou.
O líder do Chega também considerou necessário “rever as questões relacionadas ao trabalho por turnos e do trabalho de horas extraordinárias”.
“Temos de ter mais trabalho e menos subsídios, mais gente a trabalhar, mais gente a esforçar-se e menos subsídios da Segurança Social”, afirmou.
As declarações sucedem a rejeição da UGT do pacote laboral.