Ricardo Gonçalves, figura do PS, teceu elogios a Pedro Nuno Santos, referindo-se a ele como um “estadista”. No entanto, não poupou críticas ao que considera ser um “discurso repetido” e uma falta de diversidade no interior do partido socialista.
O crítico interno foi perentório: “Não há verdadeira democracia com listas únicas”, alertando para a necessidade de uma maior abertura e pluralidade de vozes. Esta posição surge num contexto em que o líder do PS, Pedro Nuno Santos, deverá enfrentar uma lista alternativa para a comissão nacional do partido, sinalizando potenciais tensões internas e um debate sobre os rumos da formação.
A intervenção de Gonçalves, divulgada pelo RR, coloca em evidência os desafios de unidade e renovação discursiva que se colocam aos socialistas, questionando a eficácia de uma comunicação considerada desgastada e a prática das listas únicas como modelo de escolha interna.