João Manso, membro da direção do partido Livre, apresentou a sua demissão do órgão, criticando a atual liderança pela criação de “co-porta-vozes fixos” que, segundo ele, concentram “poderes de decisão unilaterais”.
“O que temos atualmente é a invenção do cargo de co-porta-vozes fixos, que puxam para si poderes de decisão unilaterais”, afirmou Manso, justificando o seu afastamento da direção do partido.
Esta saída ocorre num período de definição interna do partido, levantando questões sobre os métodos de governação e a distribuição de poder dentro da estrutura do Livre.