O Parlamento poderá voltar a adiar as eleições para o Provedor de Justiça e para o Tribunal Constitucional. A nova data apontada para a realização destes atos eleitorais é 6 de março. A decisão final depende da ausência de oposição por parte dos partidos políticos com assento parlamentar.

Esta possível alteração de calendário surge no seguimento de anteriores adiamentos, refletindo a necessidade de consenso e de uma calendarização que permita a participação de todas as forças políticas. As eleições para o Conselho de Estado estão igualmente incluídas neste processo de revisão de datas.

A confirmação do adiamento para o dia 6 de março está, assim, condicionada à aceitação unânime dos grupos parlamentares, num processo que visa garantir a normalidade e a legitimidade destas importantes nomeações para os órgãos de soberania.