O euro voltou hoje a subir, pela segunda sessão consecutiva, retomando o patamar dos 1,15 dólares, apesar de terem sido divulgados dados que apontam que a confiança dos investidores na Alemanha se afundou em março.
Às 18:00 (hora de Lisboa), o euro seguia a 1,1539 dólares, quando na segunda-feira, pela mesma hora, negociava a 1,1493 dólares.
O euro recuou ligeiramente face à libra, mas subiu em comparação com o iene.
O Banco Central Europeu (BCE) fixou hoje o câmbio de referência do euro em 1,1531 dólares.
O euro fixou-se abaixo dos 1,15 dólares nas primeiras horas de negociação europeia, segundo a EFE, mas depois recuperou, apesar dos dados relativos à confiança dos consumidores na Alemanha, que se deteriorou em março devido à escalada da guerra no Médio Oriente e ao aumento dos preços da energia.
O índice de confiança do investidor ZEW (Centro para a Pesquisa Económica Europeia) piorou em março para -0,5 pontos, contra 58,3 pontos em fevereiro.
Os preços do barril de Brent, que serve de referência na Europa, e do gás subiram hoje mais de 3% depois de o Irão ter intensificado os ataques às infraestruturas energéticas do Golfo Pérsico.
O Banco da Reserva da Austrália (RBA) subiu hoje a taxa de juro diretora em 25 pontos base, para 4,10%, e o dólar australiano valorizou-se.
Esta semana, outros bancos centrais de todo o mundo reúnem-se, incluindo a Reserva Federal (Fed), o Banco do Japão (BoJ), o Banco de Inglaterra (BoE), o Banco Nacional Suíço (SNB), o Riksbank da Suécia e o Banco Central Europeu.
Os mercados antecipam que a Fed mantenha as taxas de juro no intervalo entre 3,50% a 3,75% na reunião de quarta-feira e que o BCE mantenha a sua taxa inalterada em 2% na quinta-feira.