O general João Vieira Borges defendeu uma voz da Europa mais forte face aos discursos de Donald Trump, lembrando o poder militar do antigo Presidente dos EUA. A afirmação surge num contexto de reflexão sobre a necessidade de preparação militar para cenários como uma eventual ocupação americana da Gronelândia.
Vieira Borges destacou ainda a necessidade de uma atenção especial, sobretudo ao nível diplomático, à questão dos Açores, sublinhando a importância estratégica do arquipélago.
No plano do recrutamento, o general insistiu no modelo austríaco de Serviço Cívico no Estado, que não se limita à dimensão militar, como uma via a considerar. Paralelamente, apelou à atualização urgente do Conceito Estratégico de Defesa Nacional, argumentando que os recentes conflitos, como o da Ucrânia, demonstram a necessidade de as forças armadas estarem preparadas para operações de guerra convencional de alta intensidade.