O almirante Gouveia e Melo reagiu à possibilidade de vir a ser nomeado ministro da Administração Interna, afirmando que “não está à procura do lugar”. A declaração surge no contexto da demissão de Maria Lúcia Amaral da presidência do Tribunal de Contas, anunciada na noite desta terça-feira.

Gouveia e Melo considerou que a saída de Maria Lúcia Amaral “não só protege o Governo como beneficia a própria população”, numa análise à movimentação política em curso. O antigo coordenador da task force da vacinação contra a COVID-19 tem sido apontado como um nome forte para assumir a pasta da Administração Interna, mas afastou, por agora, qualquer ambição pessoal para o cargo.

A situação política mantém-se em aberto, com o Governo a gerir as consequências da saída da presidente do Tribunal de Contas e a avaliar possíveis remodelações na sua estrutura.