
Em comunicado, a empresa refere que a “a operação enquadra-se no regime jurídico aplicável à capitalização de empresas de domínio público e integra as medidas estruturantes destinadas ao fortalecimento da solidez financeira da companhia aérea nacional, alinhadas com o seu programa de reestruturação e crescimento sustentável”. Ao contrário de uma injeção direta de liquidez, “esta operação consiste na emissão de dívida pública pelo Estado, posteriormente transferida para a TAAG”. O reforço de capital vai “permitir consolidar a base financeira da TAAG, otimizar a gestão de recursos e reforçar a capacidade de resposta operacional, criando condições adicionais para o aumento da eficiência, fiabilidade e qualidade dos serviços prestados aos passageiros e clientes”. Vai igualmente contribuir para “acelerar iniciativas prioritárias da companhia, com destaque para o reforço da disponibilidade operacional das aeronaves e a expansão sustentável da rede de destinos, promovendo maior conectividade regional e internacional”.
“A concretização desta operação representa um passo estruturante no processo de reequilíbrio financeiro da TAAG. Este reforço de capital permite-nos acelerar o processo de modernização e de transformação, elevar a eficiência operacional e consolidar uma trajetória sustentável de crescimento e competitividade”, sublinha o presidente do Conselho de Administração, Clóvis Rosa, citado pelo comunicado.
A gestão dos recursos provenientes desta operação permitirá reforçar a solidez financeira, sustentar investimentos estruturantes e consolidar a jornada de transformação da TAAG, alinhando a companhia com as melhores práticas internacionais do sector da aviação, e contribuindo para o fortalecimento da conectividade aérea que aporta sinergias ao desenvolvimento económico nacional.