A realização “sucessiva de eleições”, designadamente para a Assembleia Legislativa da Região da Madeira e autarquias locais, além da dissolução do parlamento, terão “certamente contribuído” para a falta do voto em mobilidade para as eleições deste mês, segundo uma justificação do Governo.
O executivo aponta para um calendário eleitoral apertado e para a falta de tempo como os principais motivos que impediram a implementação desta medida de facilitar o voto aos cidadãos que se encontram fora da sua área de residência no dia da votação.