A ministra do Trabalho, Maria do Rosário Palma Ramalho, reconheceu a existência de consensos técnicos nas negociações da reforma laboral, mas deixou um aviso claro: se não for alcançado um acordo com os parceiros sociais, o Governo avançará com a sua própria proposta para o Parlamento. A próxima reunião de concertação social está marcada para o dia 3 de março, mantendo-se abertas as portas para o diálogo.
A declaração sublinha a intenção do executivo em prosseguir com a agenda de reformas, mesmo que isso signifique legislar sem o acordo de sindicatos e associações patronais. A data da nova reunião estabelece um prazo concreto para as negociações, aumentando a pressão para se chegar a um entendimento.