Em entrevista à Renascença, Helena Roseta, antiga militante do PSD no tempo de Sá Carneiro, criticou a postura do atual líder do partido, Luís Montenegro. Roseta lamentou o “taticismo” de Montenegro, afirmando que a sua neutralidade é “bem o contrário” da atitude que o histórico líder social-democrata teria adotado.
Roseta deixou um aviso claro: “Se não se mantém a matriz, os partidos podem tornar-se historicamente desnecessários”. A declaração surge como uma crítica à possível perda de identidade e princípios fundamentais do PSD.
Sobre a segunda volta das eleições presidenciais, Helena Roseta mostrou-se “confiante” na vitória do candidato António José Seguro. A antiga militante sublinhou a importância do momento histórico, afirmando: “Nos 50 anos da Constituição, a democracia não vai andar para trás”.
A entrevista, disponível no site da Renascença, revela as preocupações de uma figura histórica do PSD com a direção atual do partido e o seu posicionamento no cenário político nacional.