Segundo apurou a Renascença, o Conselho de Jurisdição da Iniciativa Liberal (IL) esclareceu que não pode investigar um alegado caso de assédio sexual envolvendo o deputado João Cotrim Figueiredo, uma vez que os factos em causa já prescreveram.

O órgão partidário indicou que o nome de Cotrim Figueiredo não consta em nenhum processo disciplinar, seja de assédio sexual ou de outro tipo, no seio do partido. A prescrição dos factos inviabiliza, assim, a abertura de qualquer procedimento interno de averiguação sobre as acusações.

Esta informação surge na sequência de alegações públicas que colocaram o deputado no centro de uma polémica. A IL, através do seu Conselho de Jurisdição, limita-se a aplicar o seu regulamento disciplinar, que estabelece prazos para a instauração de processos.