“Se houver um IPO (Oferta Pública Inicial) da Fidelidade a Caixa irá analisar”, disse Paulo Macedo na conferência de imprensa de apresentação de resultados anuais da Caixa Geral de Depósitos (CGD).
O CEO confirmou assim a disponibilidade da CGD para investir na Fidelidade, justificando que é um bom ativo para alocar o atual excesso de capital do banco e porque fortalece a relação de distribuição de seguros que já existe. A CGD detém atualmente 15% da seguradora, e Paulo Macedo deixou em aberto se haverá negociações com o outro acionista, o grupo chinês Fosun.
“O conjunto de seguros da Fidelidade interessa-nos, na Fidelidade tudo nos interessa. Vemos com bons olhos a cotação em bolsa, nessa altura logo avaliaremos”, afirmou o administrador.
A Fidelidade, seguradora maioritariamente detida pela Fosun, prepara a sua entrada em bolsa (IPO) para o início de 2027.
A CGD precisa de aplicar o excesso de capital que possui, e o investimento na Fidelidade é considerado um ótimo ativo destino para esse investimento, reforçando ainda a parceria estratégica entre as duas entidades.