A Guarda Revolucionária do Irão anunciou, esta terça-feira, que vai atacar empresas norte-americanas no Médio Oriente a partir de amanhã, em retaliação pelos ataques contra o seu país, segundo informou a agência Tasnim citada pelo “El País”.
O Irão salientou que “as empresas que participem ativamente em operações serão alvo de resposta por cada assassinato direcionado”, tendo apontado quase duas dezenas de companhias, entre as quais as tecnológicas HP, Intel, Microsoft, Apple e Google, bem como outras de transporte como a Boeing ou a Tesla, e até financeiras como a JP Morgan.
Já o presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a censurar os seus aliados por não o ajudarem a desbloquear o Estreito de Ormuz e instou aqueles que sofrem com a escassez de petróleo a comprá-lo aos EUA ou a irem até lá obter o seu próprio crude.
Também esta terça-feira, após as críticas de Marco Rubio a Espanha por não permitir o acesso às suas bases para a guerra, soube-se que a Itália também negou a bombardeiros dos EUA o uso de uma base na Sicília.
Por sua vez, o ministro Israel da Defesa, Israel Katz, anunciou que vai demolir “todas as habitações” nas localidades libanesas fronteiriças com Israel, “seguindo o modelo de Rafah e Beit Hanoun em Gaza”, no âmbito da ocupação, que iniciou, de aproximadamente 10% do país, entre a fronteira e o rio Litani.