A Federação pela Vida foi recebida pelo ministro da Administração Interna, Luís Neves, para discutir a segurança em torno da Marcha pela Vida. Segundo a organização, o ministro comprometeu-se a “aprimorar a segurança” do evento.
Luís Neves, de acordo com a Federação, “não classificou o ato, mas também não foi leviano” nas declarações. A reunião centrou-se no ataque ocorrido a 21 de março, onde foi utilizado um dispositivo incendiário que, felizmente, não deflagrou.
A organização reiterou o seu pedido para que este ataque seja investigado e classificado como um ato terrorista, sublinhando a gravidade da tentativa e a necessidade de uma resposta firme das autoridades.