Em entrevista à Renascença, Mário Mourão, secretário-geral da UGT, manteve as críticas à proposta de reforma laboral que está em cima da mesa. O sindicalista acusou o Governo de “desvirtuar” as normas já consensualizadas entre os parceiros sociais, garantindo que esta atitude “não ajuda a um clima de confiança que é preciso de uma mesa negocial”.

Este sábado, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, manifestou a sua crença num “acordo equilibrado” sobre a matéria. No entanto, a posição da UGT é mais crítica. A central sindical argumenta que, até ao momento, “o Governo aceitou modelar, mas modelar não é resolver o problema, o mal está lá”, sublinhando a necessidade de alterações mais profundas e consensuais no texto da proposta.