O primeiro-ministro Luís Montenegro considerou, durante um debate no Parlamento, “injusta e injustificada” a crítica de que o Governo reagiu tardiamente à catástrofe que afetou vários municípios. O chefe do Executivo defendeu a atuação do Governo e alertou que o processo de alargamento de apoios financeiros aos municípios afetados não pode transformar-se num “leilão”.

Montenegro sublinhou a necessidade de critérios objetivos e transparentes na distribuição dos fundos de apoio, garantindo que os recursos são direcionados para as necessidades mais prementes e de forma equitativa. A declaração surge no contexto de pressões políticas e pedidos de assistência de várias autarquias na sequência de eventos climáticos extremos.