O ego do presidente norte-americano, já se sabe, tende a inflar facilmente. Aliás, inflado é o seu estado normal. Daí que ser objeto de veneração, reverência, adoração e atos quejandos seja, para Donald Trump, algo absolutamente normal. E vital para a sua narrativa. Não admira, por isso, que no seu afã egocêntrico esteja, agora, a pressionar os responsáveis da National Portrait Gallery para que lhe seja dedicada uma exposição. Composta exclusivamente por obras criadas pelos seus apoiantes e focadas… Isso mesmo, na sua pessoa.
Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui o artigo completo. Edição do Jornal Económico de 13 de fevereiro.