As confederações empresariais e a UGT disseram hoje que precisam de “mais tempo” para discutir as alterações à lei laboral e salientaram que a negociação “não está concluída”, não se comprometendo com um prazo.
“Estamos numa fase de negociação que não está concluída” e para continuar “nessa fase de negociação precisamos de mais tempo”, indicou o presidente da CIP – Confederação Empresarial de Portugal, à saída da reunião entre Governo, UGT e as quatro confederações empresariais, que decorreu hoje no Ministério do Trabalho, em Lisboa, ladeado do presidente da Confederação do Comércio e Serviços (CCP) e do secretário-geral da UGT.
Questionados sobre se estariam mais próximos de um acordo, o presidente da CCP, João Vieira Lopes, afirmou que em cada reunião avançam “sempre alguma coisa”, ainda que não tenham avançado “o suficiente” para que se possa dizer que estão “em condições de fechar um acordo”.
“Continuamos as negociações. As reuniões não acabaram”, corroborou o secretário-geral da UGT, Mário Mourão, indicando que ficou combinado que não prestariam mais declarações, nomeadamente sobre eventuais avanços em curso.
A ministra do Trabalho não prestou declarações aos jornalistas.