A reunião tripartida entre o Governo, as associações patronais e a União Geral de Trabalhadores (UGT) para discutir matérias laborais terminou, mais uma vez, sem um acordo concreto. As partes mantiveram posições distantes nos pontos centrais em negociação.

O presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), presente no encontro, afirmou que, apesar de nada estar formalmente marcado no calendário, deverão ser agendadas novas rondas negociais para os próximos dias, numa tentativa de destravar o processo.

Este impasse prolonga-se há várias semanas, refletindo as dificuldades em conciliar as visões sobre temas sensíveis para o mercado de trabalho português. A falta de um entendimento nesta fase mantém a incerteza sobre o futuro de medidas que poderão afetar tanto empresas como trabalhadores.