No encerramento das jornadas parlamentares, o presidente do CDS, Nuno Melo, acusou o Partido Socialista de “sequestrar a democracia” e de não aceitar o resultado das eleições. O líder centrista criticou ainda aqueles que ficaram em silêncio perante o “ataque” de sábado na Marcha pela Vida, num discurso que marcou o final dos trabalhos.