O Partido Comunista Português (PCP) acusou o Governo de uma “grosseira” violação da Constituição da República ao excluir a CGTP das negociações do pacote laboral. O grupo parlamentar comunista reuniu-se em Viana do Castelo para as suas jornadas parlamentares, onde analisou a situação política e laboral.

Em comunicado, o PCP referiu-se a “manobras” nas negociações do pacote laboral, criticando veementemente a exclusão da central sindical CGTP – Intersindical do processo. Os comunistas consideram que esta atitude do executivo viola o princípio constitucional da liberdade sindical e o direito à negociação coletiva.

O pacote laboral, atualmente em discussão, tem sido alvo de fortes críticas por parte da CGTP e do PCP, que o consideram um retrocesso nos direitos dos trabalhadores. A exclusão da maior central sindical portuguesa das negociações é vista como um ato de má-fé e um desrespeito pelo diálogo social.