O Parlamento rejeitou, esta quinta-feira, um conjunto de propostas apresentadas pelos partidos da oposição que visavam reformar a governação do Serviço Nacional de Saúde (SNS). As iniciativas legislativas chumbadas previam alterações significativas na gestão do sistema de saúde, incluindo mudanças nos processos de eleição dos presidentes das Unidades Locais de Saúde (ULS) e na promoção de uma gestão mais democrática das instituições.

Os proponentes das medidas argumentavam que as reformas eram necessárias para aumentar a transparência, a eficiência e a participação dos profissionais de saúde nas decisões que afetam o funcionamento do SNS. No entanto, a maioria parlamentar, alinhada com a posição do Governo, considerou que as propostas não eram adequadas ou que poderiam introduzir instabilidade na gestão corrente do serviço de saúde.

Este chumbo parlamentar mantém o *status quo* na governação do SNS, um tema que tem sido alvo de debate recorrente entre partidos, sindicatos e especialistas em saúde pública. A discussão sobre a melhor forma de gerir o SNS, garantindo a sua sustentabilidade e qualidade, continua na agenda política.