A indústria europeia queixa-se de custos energéticos estruturalmente mais elevados e de uma pressão regulatória crescente. Que resposta pode ser dada, a nível da UE, mas também dos Estados-membros?
A Europa tem de assumir que quer ter indústria e emprego industrial. Isso implica agir em duas frentes: custo da energia e simplificação regulatória. No plano europeu, precisamos de completar o mercado interno, em particular o da energia, reforçar interconexões, diversificar fontes e apostar em contratos de longo prazo que deem estabilidade de preços à indústria intensiva em energia. Os instrumentos de financiamento devem apoiar investimentos em eficiência energética e descarbonização que melhorem a competitividade.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui o artigo completo. Edição do Jornal Económico de 13 de fevereiro.