Paulo Raimundo, secretário-geral do PCP, criticou duramente a resposta à destruição provocada pela depressão Kristin, classificando-a como um “aproveitamento político asqueroso” da desgraça das populações afetadas. O líder comunista apelou, em vez disso, a soluções concretas e imediatas para os problemas das pessoas, sublinhando a necessidade de ações práticas em vez de discursos políticos oportunistas.