O Instituto Politécnico da Guarda (IPG) é, a partir desta terça-feira, 10 de março, o centro das decisões da universidade europeia UNITA – Universitas Montium.

Em cima da mesa está a transição da aliança para uma “confederação”, um passo que poderá transformar a experiência académica de 250 mil estudantes.

A Guarda recebe a primeira reunião anual de 2026 do governance board desta aliança, que integra 12 instituições de ensino superior de sete países: Portugal, Espanha, França, Itália, Roménia, Suíça e Ucrânia. O que une estes parceiros é a sua localização estratégica em zonas transfronteiriças e de montanha.

O principal ponto da agenda dos reitores é a avaliação dos prós e contras de evoluir do atual estatuto de “aliança” para o de “confederação” universitária. Segundo Joaquim Brigas, presidente do IPG, esta mudança visa tornar a integração muito mais profunda.

“A constituição de uma confederação tem potencial para reforçar a mobilidade académica e profissional de estudantes, docentes e investigadores”, explica Joaquim Brigas. O objetivo passa por facilitar a atribuição de graus académicos conjuntos, duplas titulações entre países e a implementação de microcredenciações.