O CDS-PP, liderado por Nuno Melo, anunciou que não dará apoio a nenhum dos candidatos na eventual segunda volta das eleições presidenciais de 2026, que oponha Pedro Nuno Santos (PS) a André Ventura (Chega).
Em comunicado, o partido argumenta que a sua posição se baseia no duplo combate que pretende travar: “combate o Socialismo”, ao mesmo tempo que “rejeita o populismo”. Esta declaração posiciona o CDS numa linha de independência, recusando alinhar com o campo da esquerda socialista ou com a direita populista representada pelo Chega.
A decisão reflete a estratégia política do partido centrista, que procura demarcar-se dos extremos do espectro político e afirmar a sua identidade própria no cenário político português, à beira de um ciclo eleitoral decisivo.